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segunda-feira, 21 de julho de 2025

** Um desvio e... Pronto! Tele Sexo!! (Parte 1)


** Um desvio e... Pronto! Tele Sexo!!

Texto baseado no artigo “A efetividade das ações de Carlos Santarem – 16 de junho de 2018.

Uma empresa portuguesa recolheu do mercado todo um lote de medicamento de uso injetável, por erro de informação na rotulagem. As entidades que possuíam aquele lote de medicamento em estoque não o podiam comercializar, dispensar ou administrar.

O desvio, ocorrido em março de 2015, desta vez, deu-se na indicação do prazo de validade que, ao invés de 2016, foi registrado 2106. No caso, a inversão dos números aumentou de forma perigosa para 91 anos o prazo de validade do injetável.

Quanto às falhas de rotulagem, isso já aconteceu conosco? Podem estar acontecendo agora, no momento da leitura deste artigo? Existe uma possibilidade de um produto nosso com esse tipo de desvio da qualidade chegar ao consumidor?

Pequenos erros de rotulagem têm custado caro às indústrias de todo o mundo até hoje e fazem parte de muitos capítulos da história de desvios da qualidade de produtos para uso humano e animal.

(continua)

***   ***   ***

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#qualidade #desvio #reclamação #cliente #sac #embalagem

sexta-feira, 18 de julho de 2025

Teste Como está o seu Programa 5S na sua empresa


Como está o Programa 5S na sua empresa?


1. Está associado à sobrevivência, competitividade e ao sucesso da organização.
sempre freqüentemente às vezes nunca
2. Teve a sua implantação e sua manutenção é considerada como um projeto delicado e sério. Em nenhum momento foi ou é considerado como “extremamente fácil”.
sempre freqüentemente às vezes nunca
3. Procura se manter ativo e dinâmico, não se limitando ao dia de “lançamento oficial”.
sempre freqüentemente às vezes nunca
4. É entendido como um programa abrangente da qualidade e não apenas como um programa de ordenação e limpeza
sempre freqüentemente às vezes nunca
5. É visto como uma referência segura para a melhoria contínua e não como a solução única para todos os problemas
sempre freqüentemente às vezes nunca
6. Está associado a outros programas de melhoria contínua
sempre freqüentemente às vezes nunca
7. Procura de maneira responsável e efetiva gerar benefícios para a vida dos colaboradores e a da comunidade.
sempre freqüentemente às vezes nunca
8. Utiliza indicadores de desempenho.
sempre freqüentemente às vezes nunca
9. Mostra um trabalho constante de divulgação sobre seu andamento
sempre freqüentemente às vezes nunca
10. Passa por auditorias periódicas, inclusive de consultores externos contratados.
sempre freqüentemente às vezes nunca




Clique no botão abaixo para obter a soma dos pontos e veja em qual interpretação se enquadra a empresa.
.....................................................................
A interpretação
45 a 50
O programa foi implantado de forma séria e sua manutenção exige os esforços de rotina.
O processo de melhoria contínua corre de forma natural, embora ainda possam existir alguns pontos específicos a serem trabalhados no sentido do atendimento pleno do programa, principalmente quanto à divulgação do andamento do programa, seus indicadores e com os cuidados com o pessoal.,
Mantenha em níveis aceitáveis, os eventos de sensibilização, os treinamentos e as auditorias.

40 a 44
Embora tenha havido interesse real em um processo de implantação feito de maneira séria, talvez tenha faltado um planejamento adequado o que pode ter afetado alguns aspectos da implantação e da manutenção. Provavelmente o tempo dedicado para a implantação tenha sido mal calculado e aquém do razoável.
A manutenção do programa e o processo de melhoria podem estar prejudicados de maneira geral. Existe o risco de o programa fracassar.
É recomendável contratar um consultor qualificado para avaliar o seu programa.

35 a 39
Situação de alto risco provocada por uma implantação inadequada, talvez até mesmo sem o comprometimento da alta direção.
Dificilmente o programa depois do seu “Dia D” mostrou-se com força para continuar. Pouco ou quase nenhum resultado efetivo foi gerado. Poucos na organização acreditam no programa e seu resgate exigirá mais esforços e recursos.
Com esse diagnóstico, alguns planos de ação devem ser desenhados para que a retomada do programa possa ficar em um nível razoável.

Menor que 34
Infelizmente, o programa talvez esteja em “estado comatoso” ou, de fato, nem exista mais.
Sua empresa tem de redefinir seus objetivos e deve contar com o apoio de nomes experientes, não somente no conceito dos Sensos, como em processos de sensibilização e de treinamento de adultos.

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#qualidade #programa5s #programa9s #teste

quinta-feira, 17 de julho de 2025

A Qualidade e o desacato


Publicado originalmente em 14/12/2021

Estava eu corrigindo trabalhos de pós-graduação em gestão da qualidade, quando ao iniciar a leitura dos trabalhos apresentados sobre os direitos dos consumidores e dos direitos dos usuários dos serviços públicos, ocorreu-me mais uma vez, que podem ser consideradas, no mínimo curiosas, as diferenças entre a Lei Nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 que dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências e a Lei Nº 13.460, de 26 de junho de 2017 que dispõe sobre participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos da administração pública.

A segunda lei não fixa punições (ao contrário da primeira) e essa visão de não punir quem erra no trato com o usuário do serviço público, contrasta com punições declaradas quando, como clientes e consumidores dos produtos e serviços do segmento privado, somos maltratados. Os pesos são diferentes?

Atualmente, há quem levante a bandeira de que, em certas situações, pode ser usado o CDC, quando nos referimos a contratação de serviços públicos (água e luz, por exemplo). No entanto, existe mais análise, estudos e debates do que certezas. Partindo do pressuposto que nossos impostos pagam o serviço público de saúde e da educação, porque não aplicar também o CDC? Do meu modesto ponto de vista, enquanto isso, o usuário pode ficar no limbo.

Sabemos de funcionários públicos dedicados e de altíssimo gabarito, com competência indiscutível. Eu mesmo atesto esta verdade, uma vez que fui presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro (2006-2007) e pude conviver com colaboradores, em sua maioria, muito comprometidos. No entanto, naquela ocasião, havia em local bem visível uma maldita “plaquinha” com o Art. 331 do Código Penal que dizia “Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela: Pena - detenção, de seis meses a dois anos, ou multa.”

Na minha visão, aquela maldita plaquinha dizia que aqueles funcionários estavam preparados para mandar prender você, antes de atender você com dedicação e presteza. Nós somos o que projetamos! A placa, antes de qualquer atendimento, se impunha de maneira ameaçadora! Instruí que a placa fosse retirada e assim foi.

Isso foi no passado. Hoje vemos autarquias e outras repartições públicas ostentando o Art. 331. Em contrapartida, não vi, até hoje, em nenhum lugar, uma cópia da lei que dispõe sobre participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos da administração pública ou uma bendita plaquinha com os meus direitos à adequada prestação de serviços por parte dos funcionários públicos (Art. 5º da lei).

Reconheçamos que, grosso modo, a avaliação do serviço público prestado no Brasil, pelas razões das mais variadas, é bem aquém do desejado e merecido pela população.

Como professor da área da qualidade e como usuário dos serviços públicos, identifiquei uma oportunidade de passar para meus alunos uma postura que está a cada dia mais visível na sociedade: O inconformismo civilizado!

Isso mesmo! Apesar de termos nomes diferentes (consumidor, usuário ou outro qualquer nome que venham a inventar) somos uma espécie cada vez mais esclarecida e mais reativa no tocante a entrega de produtos e serviços que esperamos sejam de qualidade, inclusive os públicos.

Nós fazemos uma sociedade mais atuante e podemos até provocar um repensar sobre as leis já estabelecidas. Assim fiz, criando hoje, 14/12/2021, uma ideia legislativa proposta ao Senado Federal. Ao escrever este texto ainda não tenho a resposta se ela está em conformidade para ser publicada ou não. Espero que sim. Tenho ideia legislativa proposta por mim que hoje é projeto de lei.

Desde já, a título de reflexão, adianto aqui a ideia:

Ideia legislativa

“Divulgação obrigatória dos direitos dos usuários dos serviços públicos

Incluir na lei nº 13.460, de 26/06/2017 (participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos da administração pública) a exigência de se afixar uma placa com os dizeres do artigo 5º (sobre o direito à adequada prestação de serviços por parte dos funcionários públicos)

Em repartições públicas, vemos placas com os dizeres do “Art. 331 do Código Penal - Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela: Pena - detenção, de seis meses a dois anos, ou multa.” Em contrapartida, nada vemos que esclareça os usuários sobre seus direitos”.

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Agora, para meus leitores e, especialmente, para meus queridos alunos de pós-graduação em Gestão da Qualidade (profissionais de primeira linha) fica aqui o meu registro de que devemos sempre atentar para os aspectos da qualidade, entre eles aqueles que estejam em normativas, procedimentos e leis, em nome da melhoria contínua. Quando identificarmos chances de progresso, reagirmos com o inconformismo civilizado!


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#qualidade #serviçopúblico #cliente #usuário #ideialegislativa #desacato

quinta-feira, 10 de julho de 2025

Eu e o mundo de Deming sem métricas

#190203


Para Edward Deming, o emprego de métricas e metas no chão de fábrica deveria ser abolido. Esta visão compõe um dos 14 princípios de Deming para a qualidade de produtos e serviços.

Qual seu parecer a respeito deste princípio? 

Métricas e metas contribuem, entre outros tantos argumentos, para “estimular no colaborador o orgulho pelo seu trabalho”, uma vez que o indivíduo adulto pode identificar o quanto foi útil para a equipe através de seus indicadores. Uns colaboradores podem atingir bons resultados, outros, resultados aquém das expectativas, mas o ambiente de competição não se torna prejudicial, quando outro princípio de Deming é levado em consideração: o princípio que assegura “ambientes sem medo” nos quais o não atingimento de metas não deve levar a punições. Resultados podem ser melhorados quando é empregado outro conceito bem definido em dois princípios de Deming: “Treinamentos “In company”" e  “Estímulo à formação e ao auto aperfeiçoamento”.

Ainda, pelos princípios, quando entendemos a “qualidade como responsabilidade de todos” vemos, antes de qualquer coisa, adultos em todos os níveis da organização os quais tem de estar cientes do que acontece ao seu redor, com as suas atividades e como elas estão impactando, dia a dia, nos resultados do seu negócio. Métricas e metas só ajudam.

Levando em conta estes cinco princípios: “estimular no colaborador o orgulho pelo seu trabalho”; “ambientes sem medo”; “treinamentos “In company””; “estímulo à formação e ao auto aperfeiçoamento” e a “qualidade como responsabilidade de todos”, aquele princípio que reza que devemos ter “ambientes sem métricas no chão de fábrica” apresenta uma relação custo & benefício desfavorável. Daí, pessoalmente, eu desconhecer empresas reconhecidamente vencedoras e preocupadas com resultados que desconsiderem a importância de métricas e metas no chão de fábrica.

É provável que eu ainda não tenha entendido a verdadeira essência deste princípio.

É possível que Deming estivesse em outra dimensão ainda verdadeiramente utópica para mim.

De qualquer forma, à Deming, o meu respeito.


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#qualidade #indicadores #kpi

quarta-feira, 11 de junho de 2025

As evidências objetivas nas auditorias

Fator crucial em auditorias, as evidências objetivas devem ser buscadas e coletadas pelos auditores de maneira técnica e profissional no sentido de gerar relatórios completos e confiáveis.

Um item apontado como não conforme pode comprometer o resultado final do sistema de qualidade de uma empresa, pode comprometer também pessoas e departamentos. Quando este item não é acompanhado de evidências objetivas, sofre então a reputação do auditor.

A metodologia correta de identificação, separação e organização de tais evidências nos oferece a possibilidade de constatar as observações feitas de forma irrefutável. Para isto alguns cuidados são importantes:

  • Documentos e registros devem ser claramente identificados com a sua versão.
  • Peças e componentes devem ser também referenciados com número de série e/ ou lote.
  • Todas as pessoas contatadas e entrevistadas devem compor uma relação nominal com, no mínimo os seguintes dados: nome, cargo, área, telefone e e-mail corporativo.

Diante de um indício de não conformidade é importante aumentar, se possível, a amplitude da amostragem, através de todas as possibilidades viáveis, com o objetivo de estressar o assunto até a constatação final.
Em casos de dúvida sobre qualquer questão, releia o item do seu relatório e discuta o conjunto de evidências que você recolheu com seus colegas auditores participantes da auditoria. Certifique-se de que elas - as evidências - sejam - sempre - contundentes.

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#qualidade #boaspráticas #auditorias #nãoconformidades


terça-feira, 10 de junho de 2025

O que já aprendemos com a má-fé pela fraude (Final)


O segundo aprendizado: A inviolabilidade das embalagens

As cápsulas comuns permitem que bandidos possam abri-las, alterando o seu conteúdo! Daí uma evolução no mercado farmacêutico foi o desenvolvimento de cápsulas gelatinosas. As cápsulas gelatinosas, como sabemos, são formas farmacêuticas que não podem ser abertas a não ser por uma violação. Em outras palavras ficam inutilizadas.

No caminho dos cuidados, frascos, tubos e outras embalagens primárias foram recebendo, até mesmo por exigências legais, mecanismo de segurança, como lacres especiais que forçam o bandido a violar claramente a embalagem de uma forma irreversível. Mais ainda, os mecanismos de segurança se estenderam às embalagens secundárias como os cartuchos de medicamentos que também passaram a ter lacres especiais! Em outras palavras, embalagens com mecanismos de proteção contra a má-fé, por fraudes, diminuem sobremaneira as desgraças; embalagens vulneráveis aos bandidos, não.

O terceiro aprendizado: Não conseguiremos deter todos os bandidos

A maldade humana não pode ser subestimada e ela nunca será extirpada do nosso meio. Infelizmente, sempre haverá alguém, em algum lugar, engendrando como levar um veneno para o consumidor, através de nossos produtos.

Daí, quando falamos de boas práticas de fabricação, entendemos que tais práticas devam estar em um sistema da qualidade bem estruturado no qual o gerenciamento de risco vislumbre também as possíveis situações de má-fé.

Isto serve para medicamentos, alimentos e também para bebidas.

Afinal, se nós não pensarmos nisso, quem o fará?

 (fim)


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#qualidade #boaspráticas #crime #mafé


segunda-feira, 9 de junho de 2025

O que já aprendemos com a má-fé pela fraude (Parte 1)

O acesso fácil ao conteúdo

Existe, na história da indústria farmacêutica, uma infinidade de casos de má-fé que promoveram desgraças e até mortes de consumidores de medicamentos. O acesso fácil do bandido ao conteúdo das embalagens primárias, aquelas que entram em contato direto com o produto, permitiu, por exemplo, a troca de conteúdo e a inserção até mesmo de veneno em cápsulas de medicamento.

Um caso emblemático

Um caso que se tornou famoso é o “caso Tylenol”, ocorrido nos Estados Unidos na década de 80, quando um maníaco entrava nas farmácias, abria alguns cartuchos com cápsulas de Tylenol e substituía o conteúdo das cápsulas, antes com o medicamento, por veneno: o cianeto de potássio. Muitos consumidores morreram, entre eles uma menina em tenra idade.

Os indícios do crime

Análises químicas puderam comprovar que as embalagens contaminadas não mostravam uma contaminação do lote, mas uma contaminação restrita somente a algumas unidades componentes do lote. Indício de fraude (?).

O primeiro aprendizado: A verdade imediata e divulgada pela própria empresa

A Johnson & Johnson, a respeitada empresa farmacêutica fabricante do Tylenol, assumiu de imediato a responsabilidade de, através de seu presidente, manter o público a par de todos os passos da investigação, inclusive aqueles em conjunto com a polícia.

Os fatos chegavam ao público pelo presidente da companhia em declarações pela televisão americana, antes de qualquer notícia de jornal, as quais poderiam ser deturpadas.

Fácil foi a prisão do assassino, visto que seu raio de ação se restringia a uma limitada região nos arredores de Chicago. Preso o bandido, a companhia farmacêutica saiu do episódio com sua reputação mais fortalecida ainda.

(continua)

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quinta-feira, 5 de junho de 2025

A definição informal de Desvio Reincidente




Os desvios da qualidade reincidentes, infelizmente, são “figurinhas comuns” e, por serem reincidentes, como assim diz seu “sobrenome” (reincidentes), são também indesejáveis. Então, para aqueles profissionais que lidam com a análise e tratamento de não conformidades, a definição mais informal e verdadeira de tais desvios pode ser: “Figurinhas comuns e indesejáveis”.

 

Essas “figurinhas” repetem-se com frequência, apesar de todas as maravilhosas teorias de busca pela causa raiz e de inúmeras ferramentas disponíveis e dedicadas para cada caso, como ferramentas cirúrgicas no emprego de discussão e resolução de problemas. Aí, temos mais uma visão informal, não técnica, mas extremamente real e aterrorizante de tais “figurinhas”. Como algumas bactérias, os desvios tratados por ações indevidas, durante o emprego das metodologias, estão ajudando a criar “figurinhas resistentes”. Isso mesmo, assim como as bactérias resistentes.

 

Com essa evidência, podemos aumentar nossa definição informal dizendo que desvios da qualidade reincidentes são “figurinhas comuns, indesejáveis e resistentes às metodologias usuais”.

 

Vale lembrar que nossa experiência nos mostra que a resistência de tais “figurinhas”, assim como das superbactérias, não se dá pelo remédio empregado. Dá-se, muitas vezes, por diagnósticos errados e/ou por tratamentos indevidos. Em outras palavras, depois de evidenciada uma não conformidade, com toda a academia que há para sanar o problema, com todas as ferramentas que existem para o melhor emprego, o diagnóstico da doença não é feito da forma correta e a forma de tratamento pode estar sendo conduzida de maneira indevida.

 

OPs! Se assim for verdade, podemos melhorar a nossa definição informal a respeito dos desvios reincidentes? Penso que sim.

 

Então, a nossa definição informal sobre desvios da qualidade reincidentes pode ser “figurinhas comuns, indesejáveis, resistentes às metodologias usuais e desenvolvidas por diagnósticos incorretos ou por formas de tratamento inadequadas”.

 

Evidente que este texto não se propõe a tratar da questão pela ótica da mais apurada técnica. Ele está mais para uma verdadeira catarse que faço, em função de já ter assistido esses “Super Desvios” provocando prejuízos e causando, inclusive, arranhões nas reputações de analistas e gerentes que, depois de terem assumido que acabaram com eles, os encontram três, seis meses depois, com a mesma força, criando perdas e retrabalhos; algumas vezes, por reclamações de consumidores e outras por registros de inspeções governamentais. Vá explicar isso para os acionistas!

 

Mais um passo em nossa definição? Vamos lá! 

Desvios da qualidade reincidentes são “figurinhas comuns, indesejáveis, resistentes às metodologias usuais, desenvolvidas por diagnósticos incorretos ou por formas de tratamento inadequadas que causam transtornos e podem acabar com a imagem de um profissional”

Se for isso, então devemos assumir uma posição de declarar guerra a essas figurinhas! Assim seja!

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#qualidade #desviodaqualidade #nãoconformidade


quarta-feira, 4 de junho de 2025

As limitações de conforto do Home Office - Final

As limitações de conforto do Home Office - Final

Temperatura ambiente e a umidade relativa

Como já escrito, o primeiro passo é medir. Existem termo-higrômetros digitais que podem ser adquiridos até com a devida certificação, mas, de pronto, disponíveis no mercado podemos encontrar aparelhos que indicam horas, data em dia e mês, dia da semana, alarme, temperatura ambiente e umidade relativa. Alguns podem ser utilizados como parte da decoração do escritório.

Podemos encontrar informações diferentes a respeito, dependendo da fonte de consulta, mas pelas normas brasileiras, o nível de conforto está em 20 a 23°C e 40% de umidade relativa.

Em ambientes fechados, o aparelho de ar-condicionado coloca a temperatura em um patamar certo, mas pode impactar na qualidade da umidade relativa do ambiente. O emprego de um umidificador pode ser útil.

 

O próximo passo

Depois das medições em seu Home Office, o passo seguinte é adequá-lo às condições ideais considerando seus recursos financeiros, o quanto você pretende investir e quanto de apoio ou patrocínio você pode contar. A visão de um arquiteto pode ser muito útil.

Ainda temos muitas limitações, quando nos referimos ao Home Office, de uma maneira geral, de forma abrangente. Temos de tratar este assunto, visto que Home Office é caminho sem volta e por ser caminho, porque não o trilharmos de maneira confortável?

Assim seja!


(Final)


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#qualidade #homeoffice #trabalho


terça-feira, 3 de junho de 2025

As limitações de conforto do Home Office - Parte 2

 

Luz e Barulho

Os aspectos de Home Office, é certo, exigem mais cuidados. Com relação ao ambiente, o ruído e a luminosidade têm de ser levados em conta, quando pretendemos a plenitude em boas práticas. Sabemos que existem normas brasileiras que determinam o grau adequado de barulho e de luminosidade para cada tipo de atividade, mas será que sabemos o nível de ruído e quanto de lux o profissional recebe enquanto trabalha em casa? Está dentro de uma razoabilidade? Exagero?

Ora, pouca luz, incomoda a muita gente; pouca luz e barulho, incomoda a muito mais.

Na verdade, considerando as atividades de escritório, não conheço muitas empresas que tenham tal preocupação e pratiquem medidas periódicas de verificação. Ao contrário, em fábricas, isso, de certa maneira, chega a ser normal, com o emprego de decibelímetros e luxímetros.

No tocante às medições, existem aplicativos disponíveis para smartfones que podem oferecer uma primeira resposta a ser dada, quanto à luminosidade e ruído. Isso mesmo. Existem aplicativos de decibelímetros e luxímetros que fazem a medição em segundos, gerando uma informação inicial de valor. Creio que podemos aceitar a precisão de tais aplicativos, mesmo que sua exatidão seja questionável. Eu mesmo, já tive de mexer na luminosidade do meu ambiente de trabalho para ajustá-la ao nível correto. Em alguns casos, a colocação de uma simples luminária, pode resolver a questão.

Em escritórios, pelas normas brasileiras, para ler, escrever, teclar e processar dados, a especificação de iluminância é de 500 Lux.

O ruído indesejado pode exigir um esforço maior. Sabemos que não são somente os ossinhos de nosso ouvido que vibram com o som que chega até nós, mas todos os ossos de nosso corpo vibram, em maior ou menor grau, com o som que chega até nós. Um som acima do aceitável para o corpo humano pode se tornar extremamente danoso em função do tempo de exposição. De qualquer forma, é certo que pode afetar a qualidade do trabalho.

Em salas, pelas normas brasileiras, com presença de computadores, podemos dizer que o nível de ruído deve ficar entre 45 à 65 decibéis.

Uma medida que pode ser tomada de imediato, é o uso de tapadores de ouvido. Isso pode facilitar um pouco na qualidade do ambiente e, se utilizado para se ouvir uma boa música, durante o trabalho, melhor ainda. Quanto aos papais e mamães de filhos pequenos, o tapador pode não ser uma boa ideia, a não ser que tenham a facilidade de fazer rodízio ou tenham cuidadores. Em época de pandemia, com creches abrindo e fechando, os pais têm de exercer suas atividades sendo afetados pela política de calamidade na qual estamos.


(Continua)


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#qualidade #homeoffice #trabalho

segunda-feira, 2 de junho de 2025

As limitações de conforto do Home Office - Parte 1

 

As limitações de conforto do Home Office - Parte 1

As limitações de conforto do Home Office - Luminosidade, ruídos, temperatura ambiente e umidade relativa.

Quando as medições são fundamentais para a qualidade do ambiente.

 

O público e o foco

Este artigo destina-se aos profissionais que trabalham em Home Office e às ações que acreditamos como importantes no sentido de assegurar um conforto ideal em tais ambientes.

O foco está na atitude de, antes de mais nada, estimular um melhor entendimento a respeito do ambiente de trabalho, através de medições de parâmetros importantes.

 

O Cenário

Com a pandemia, as empresas estimularam uma prática de reuniões corporativas, através de um novo conceito, amplamente aceito por muitos profissionais. Estou me referindo ao Home Office.

Reconheçamos que é uma revolucionária maneira de trabalhar que oferece benefícios maravilhosos para as empresas e para aqueles do seu quadro que atualmente podem trabalhar de casa.

 

Os indícios de limitações

Com o passar do tempo, estamos identificando limitações do Home Office que podem afetar a qualidade do trabalho. Pior é que ainda não temos todas as respostas, apesar de alguns ensaios já gerarem alguns resultados positivos.

Até agora, não existem respostas prontas nem verdades absolutas.

Uma excelente cadeira de trabalho, um suporte para o computador, um mousepad de última geração, descanso para os pés, são utilidades comuns entre os utensílios dados pelas empresas aos profissionais de Home Office. Muito justo e necessário.


(Continua)


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#qualidade #homeoffice #trabalho

quarta-feira, 21 de maio de 2025

Storytelling nos Treinamentos de Adultos

 

A metodologia de Storytelling é uma poderosa ferramenta para engajar e facilitar o aprendizado de adultos, tornando o conteúdo mais memorável e impactante. Contar histórias promove conexão emocional, reforça conceitos complexos e estimula a reflexão crítica.

Nos treinamentos de qualidade, parábolas e lendas ajudam a ilustrar princípios essenciais. Parábolas são narrativas curtas com ensinamentos morais ou didáticos, como as histórias de excelência e ética no trabalho. Já as lendas são relatos simbólicos que transmitem valores e identidade cultural, muitas vezes adaptados para exemplificar aspectos da qualidade e comprometimento.

Ao associar Storytelling a parábolas e lendas, os treinamentos se tornam mais envolventes e eficazes. Os participantes absorvem melhor as informações, conectam-se aos conceitos por meio da narrativa e aplicam os ensinamentos em suas rotinas profissionais, elevando padrões de qualidade e promovendo um ambiente de melhoria contínua.

Há décadas, eu emprego parábolas em meus treinamentos. Elas são estratégias eficazes, capturam a atenção do público, facilitam a compreensão e torna o aprendizado mais envolvente.  Entre outras parábolas minhas, exemplifico com a parábola do “Eu não sei” e a parábolado “Remédio fraco”

Da mesma forma, pessoalmente, valorizo o emprego de lendas em aprendizado de adultos. Entre meus livros, exemplifico com os títulos “Reinodos Sensos” (uma lenda comentada sobre o programa 5s explorando os nove sensos e seus benefícios para as empresas e para a vida das pessoas) e “Aurora, a foca albina” (Uma história que trata sobre pertencimento).

Assim, a metodologia não apenas ensina, mas inspira, promovendo a melhoria contínua e impactando positivamente tanto o ambiente profissional quanto a vida pessoal.

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#qualidade #andragogiacorporativa #parábola #lenda #storytelling


É hora de reforçar os benefícios de Seiketsu - Papo de Blog


É hora de reforçar os benefícios de Seiketsu

O senso Seiketsu, do método 5S, contribui para um ambiente de trabalho mais saudável ao reduzir o estresse e prevenir doenças ocupacionais. Da mesma forma, a nova redação da NR1 no Brasil prioriza a gestão de riscos e a promoção da saúde dos trabalhadores, inclusive a mental, incentivando práticas seguras e sustentáveis. Ambos reforçam a importância da disciplina e da conscientização coletiva para um espaço mais equilibrado e produtivo. A harmonia entre esses conceitos fortalece a cultura organizacional, proporcionando bem-estar e garantindo condições ideais para a realização das atividades laborais com segurança e qualidade.

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#qualidade #sensos #sensosdaqualidade #nr1 #saúdemental

terça-feira, 20 de maio de 2025

#ChegadeRecall


Alguns segmentos de mercado atuam seriamente em operações de recolhimento voluntário de mercado, quando se constata uma não conformidade em seus produtos já disponibilizados para a venda e até mesmo já nas mãos de seus clientes e consumidores. Quando uma empresa faz um recall voluntário, a primeira projeção de sua imagem é de uma empresa séria em questão da qualidade. No entanto, quando muitos recolhimentos são realizados por uma empresa, outra projeção começa a aparecer e pode nos fazer imaginar que os cuidados com os aspectos da qualidade deixam a desejar.

A impressão que pode marcar a reputação de empresas assim é que o trato com as operações e com os controles de produção estão longe das boas práticas sendo mais importante colocar o produto nas prateleiras do que garantir sua qualidade.

Há quem diga que a frase “Até o momento não tivemos nenhuma notificação de nossos clientes”, na verdade soa como “até o momento não recebemos nenhuma notícia ruim causada pelo nosso produto” ou “até o momento, se alguém morreu não veio reclamar” e por aí podemos ir com frases que escolhi, não para brincar com um problema tão sério, nem para menosprezar o empenho das empresas, mas para reforçar que o recall não pode ser uma prática rotineira e assim ele está sendo em muitos segmentos. Refiro-me, principalmente, ao segmento automobilístico, mas sabemos que não é o único.

É evidente que, em alguns casos de recolhimento, o mal que pode causar danos ao consumidor não tinha como ser verificado na época da produção e da venda. Temos casos assim na história recente e atual da qualidade. Vemos isto, por exemplo, no segmento farmacêutico e o recolhimento, depois de novos estudos realizados por especialistas, é uma chance de evitar o mal maior.

Temos de investir nos estudos das operações nas quais nossos produtos estão envolvidos; temos de trabalhar muito a visão do contrafactual ainda (e não somente) na fase de desenvolvimento de produtos; temos de ter ambientes nos quais os nossos colaboradores possam alertar sobre os possíveis desvios sem medo de represálias de seus superiores, temos de capacitar equipes em análise e tratamento efetivo de não conformidades, entre outras tantas ações, antes que a próxima unidade do próximo lote chegue ao consumidor.

Em outras palavras, com todo respeito às medidas de recolhimento, chega de recall!

#qualidade #desviodaqualidade #recall #recolhimentodemercado

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segunda-feira, 19 de maio de 2025

Os outros “M´s” na análise de causas

 

Originalmente publicado em 3 de maio de 2018

Existem muitas maneiras de analisar a ocorrência dos desvios da qualidade e buscar encontrar as causas raízes que provocaram tais desvios. Cuidar para evitar recorrências é atividade de rotina de muitos técnicos e analistas que usam uma infinidade de ferramentas da qualidade em estudos detalhados e criteriosos.

Atenção ao "Momento" no estudo da causa raiz

Um dos muitos pontos interessantes, que eu considero como crítico, no tratamento de desvios da qualidade é a variável tempo. Em outras palavras, além dos famosos 6M’s na análise dos problemas, coloco mais um “M” que merece atenção, em outra dimensão, e que deve ser levado em conta com os demais, a saber: Materiais, Máquinas, Métodos, Mão de Obra, Medidas e Meio. Este “M” é o “M” de "momento".

Analisar a hora, o dia e o mês da ocorrência, pode nos conduzir a certos horários críticos nos quais aumentam as possibilidades de desvios; e assim, estabelecer medidas preventivas eficazes. Isso, seguramente, ode evitar possíveis recorrências.

Evitando a "Má-fé" como causa raiz

Outro “M” nos leva a casos históricos de constrangimentos que colocaram empresas e suas marcas na mídia causando prejuízos e perdas.  Este “M” está dissimulado no braço do “M” da mão de obra e, muitas vezes, é imediata e erradamente pinçado como referência na busca da causa raiz.

Colocando em exemplo:

Em março de 2015, a presença de um parafuso dentro de um frasco de suspensão oral, provocou uma grande empresa farmacêutica a recolher de maneira voluntária todas as unidades do lote suspeito. A resposta de como o parafuso foi parar dentro do frasco foi um exercício obrigatório para os técnicos da companhia.

Poderiam existir muitos indícios. Causas possíveis? Várias. Afinal, um corpo estranho em frasco de medicamento é um erro que ocorre há décadas! Em outras palavras, a empresa não estava a protagonizar o primeiro caso de parafuso dentro da embalagem primária...

Empegando os 6 “M’s”, o “M” de máquina poderia ser o escolhido, quando por questões de ajuste, uma trepidação indesejada teria provocado a queda do parafuso. O “M” de método também poderia ficar bem cotado, quando por questões de “setup” ou de liberação de linha, o desvio teve oportunidade de ocorrer.

O “M” de mão-de-obra poderia ser forte candidato se houvesse indícios de falta de treinamentos específicos.

O perigo em análise e tratamento de desvios da qualidade deste tipo é trabalhar, de imediato, com as hipóteses não declaradas de “M’s” que ficam dependuradas no “M” da mão-de-obra. Uma delas, um desvio da qualidade “plantado” pelo “M” de “Má-fé”…

...Isso mesmo! "O parafuso foi colocado propositadamente por alguém com má-fé!".

Apesar de ser o pior dos “M’s” não deve ser considerado de imediato.

Uma análise mais apurada pode indicar que a causa raiz para a ocorrência de desvios assim pode estar no “M” do "Meio", uma vez que os ambientes de trabalho sem os devidos controles propiciam ações delituosas.  Em outras palavras, uma demissão não trata a causa raiz e a empresa continua vulnerável a outros ataques do mesmo tipo!

#qualidade #desviodaquallidade

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* A reincidência de desvios da qualidade - Papo de Blog

A reincidência de desvios da qualidade tem gerado impactos significativos, incluindo retrabalhos que aumentam os custos operacionais e prejuízos financeiros diretos. Além disso, esses problemas afetam negativamente a percepção pública da empresa, danificando sua imagem perante clientes e parceiros, o que pode ter efeitos duradouros na fidelidade e confiança. A reputação dos técnicos também é comprometida, uma vez que esses desvios podem ser interpretados como falhas de competência ou descuido profissional. Para mitigar tais riscos, é essencial implementar medidas rigorosas de controle de qualidade, revisões periódicas de processos e treinamentos contínuos para a equipe técnica.




#desvioddaqualidade #qualidade



 



domingo, 18 de maio de 2025

*A Importância de Apresentar Argumentos Baseados nos Interesses Pessoais do Colaborador - Papo de Blog

Apresentar argumentos que considerem os interesses pessoais do colaborador é essencial para promover engajamento, motivação e uma comunicação eficaz. Quando os líderes alinham suas propostas aos valores e aspirações individuais, demonstram empatia e reconhecimento, criando uma conexão mais sólida. Essa abordagem não só facilita a aceitação de ideias, mas também incentiva a produtividade e o senso de pertencimento. Além disso, colaboradores que percebem que suas metas pessoais são respeitadas tendem a ser mais colaborativos e comprometidos com os objetivos da organização. Em suma, essa prática fomenta um ambiente de trabalho mais harmonioso e orientado ao crescimento mútuo.

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Uma proposta de treinamento

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#qualidade #b #boaspráticas #andragogia

 

sábado, 17 de maio de 2025

É necessário ir além da conformidade - Papo de Blog


É necessário ir além da conformidade - Papo de Blog

A verdadeira cultura da qualidade não nasce de leis ou regulações impostas, mas de uma transformação profunda na mentalidade coletiva. Normas e fiscalizações podem orientar, mas apenas uma nova consciência, fundamentada na responsabilidade e no compromisso genuíno, poderá consolidar uma mudança real. Quando indivíduos e organizações internalizam o valor da excelência, a busca pela qualidade se torna espontânea, parte da identidade e não mera obrigação. É necessário ir além da conformidade, cultivando princípios de melhoria contínua e colaboração, onde cada pessoa se sente parte ativa de um processo evolutivo e duradouro. Qualidade é atitude, não imposição.

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#qualidade #mindset #conformidade #cultura


A importância da cultura do pertencimento nas empresas - Papo de Blog

Uma cultura de pertencimento nas empresas é essencial para promover engajamento, colaboração e bem-estar entre colaboradores. Quando indivíduos se sentem valorizados e integrados, há uma maior motivação para contribuir com ideias e esforços. Isso impulsiona a inovação e melhora a produtividade. Além disso, ambientes inclusivos reduzem taxas de rotatividade e fomentam relações interpessoais saudáveis. Empresas que priorizam o pertencimento também atraem talentos diversos, fortalecendo sua reputação. Portanto, investir em práticas que promovam inclusão e respeito é uma estratégia benéfica não apenas para os colaboradores, mas também para o sucesso organizacional como um todo.

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#qualidade #pertencimento #motivação


sexta-feira, 16 de maio de 2025

Teste Como posso avaliar meu Consultor/Palestrante?



A busca e a escolha de profissionais para ministrar treinamentos nas empresas não é uma tarefa fácil, quando nosso objetivo é associar todos os conceitos ao que de fato acontece na prática, gerando benefícios reais para a empresa.

Atualmente, um universo de nomes se dispõe, através de vários meios de comunicação, oferecendo os melhores cursos, com os melhores palestrantes, com as melhores formações e com empresas associadas às melhores instituições e associações. No entanto, muitas das vezes é possível que, apesar de toda esta qualidade de oferta, todo o conhecimento passado por tais treinamentos fiquem restritos às salas de aula, não sendo refletidos na prática.

Mais: Em alguns casos, quando a empresa se empenha em verificar a qualificação e a formação do palestrante, descobre-se que elas não são compatíveis com o que é esperado e anunciado. Até mesmo alguns anúncios e e-mails nos quais constam associações, quando verificadas, elas não correspondem a verdade.

Mais do que antes o treinamento de equipes é considerado fator crítico de sucesso para as organizações tidas como vencedoras. Para alguns segmentos, como o de produção de medicamentos, o treinamento de pessoal é compulsório exigindo-se, inclusive que a empresa se certifique da qualificação do palestrante. 

O teste que apresento se propõe como uma ferramenta de análise para uma avaliação prévia dos consultores a serem contratados e também como uma avaliação posterior quando as impressões serão mais fortes.

Embora o resultado se apresente de maneira numérica (vai de zero a 100 pontos com o mesmo peso para cada questão), não existe qualquer caráter de cunho científico, mas uma forma de criar indicadores que permitam melhores decisões, principalmente quando mais de um nome de consultor é colocado em análise para a prestação do mesmo serviço.

Qual o limite mínimo aceitável de pontuação? Isso dependerá do rigor que a empresa quer imprimir ao contratar tais fornecedores de serviço.


O teste vai a seguir e pode ser útil na escolha do melhor nome. Experimente.

1. Conhecimento: O Instrutor tem real conhecimento sobre o tema e tem por hábito enriquecer seus cursos com muitos exemplos e casos vividos estimulando a análise e discussão.
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
2. Motivação: O Instrutor oferece um ambiente com várias opções de busca sobre os benefícios do tema para seus aprendizes adultos nas quais eles mesmos podem identificar as vantagens do treinamento para a empresa, seus clientes, para os colaboradores e – principalmente – para eles próprios?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
3. Audiência: O Instrutor entende sua audiência de forma heterogênea e, em função disto, tem suas apresentações com ferramentas que o auxiliam a levar o conhecimento de forma harmônica, utilizando os “dialetos corporativos” corretos e os estilos visual, auditivo e sinestésico de aprendizado com habilidade?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
4. Exposição: O Instrutor se expõe aos aprendizes e os provoca a fazer todo tipo de questionamento, sem fugir a nenhuma pergunta, mesmo que necessariamente não faça parte do conteúdo programático previamente estabelecido? A frase “Este assunto não faz parte do escopo do nosso treinamento” não é do seu uso.
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
5. Trocas: O Instrutor permite total interação entre as partes e promove situações nas quais ele saia provisoriamente da posição de mestre dando este lugar a um participante com seu conhecimento e experiência?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
6. A customização: O Instrutor trabalha exclusivamente com material e conteúdos pré-elaborados e ainda tem o cuidado de realizar contatos prévios com a empresa, no sentido de adequar seu conteúdo de forma customizada e mais efetiva para suas equipes.
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
7. A Experiência como profissional: O Instrutor tem experiência prática no tema e é respeitado no segmento?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
8. Prática como Instrutor: O Instrutor possui vivência prática em aulas para adultos, em pós-graduação e em treinamentos corporativos. Reúne um grande universo de pessoas que passaram por seus treinamentos em cursos e eventos?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
9. Formação: O Instrutor é estudioso e tem formação no assunto do treinamento. Sua habilitação pode ser comprovada por documentos originais e não exclusivamente por folderes de divulgação dos seus cursos?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
10. Referências: São boas as referências sobre o Instrutor - de clientes e de outras fontes – e são compatíveis com àquelas divulgadas por ele?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
Clique no botão abaixo para obter a soma dos pontos.



#qualidade #palestrante #palestra #enquetes #consultor #andragogiacorporativa

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