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terça-feira, 15 de julho de 2025

Vamos Brincar!?


 

Deixar-se levar sem censuras e sem medos de forma segura e por situações agradáveis não é necessariamente uma atitude infantil.

Quando estamos ao lado de quem amamos, junto com os nossos amigos, brincando com nossos filhos e até apaixonadamente tendo relações sexuais, estamos, de forma madura, trabalhando intensamente com um lado de nossa personalidade que registra com cores fortes tudo que acontece, deixando intensamente marcados em nossa memória os momentos felizes que passamos. Brincar é uma atividade comum do adulto e que provoca sensações de extrema riqueza.

Assim entendendo, o Instrutor de adultos deve criar cenários nos quais se encaixem as brincadeiras que ajudarão o grupo de participantes a se envolver de corpo e alma nas atividades, se expondo sem medos e estimulando os demais a participarem com o mesmo empenho. Quando transportamos esta questão para os treinamentos corporativos as brincadeiras ganham uma força maior, principalmente pelo fato de que tais treinamentos acontecem na maioria das vezes em ambientes de cobranças, de insatisfações e de estresses.

Agora, cuidado. Tenham o nome que tiverem – jogos empresariais, dinâmicas de grupo, estudos de caso – as brincadeiras de adultos em treinamentos são sempre trabalhadas de acordo com cada grupo, com objetivos claros e regidas por “contratos” e “regras” estabelecidas e conhecidas por todos os envolvidos. Até porque mesmo sendo brincadeira... É brincadeira de adulto.


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https://santaremqualidadeemconsultorias.blogspot.com/


#andragogiacorporativa #atitude #treinamento #games

sexta-feira, 4 de julho de 2025

Quando os treinamentos falham



Este artigo toma como base o artigo “Qual a missão do seu colaborador?” que publiquei em 2018 e trata da importância de implantar a andragogia nos treinamentos corporativos.

Os adultos com os quais trabalhamos nas empresas, aqueles que estão envolvidos com operações das mais variadas e criticidades diferentes têm, todos eles, reconhecido valor no resultado do negócio. Sabemos muito bem que não é balela dizer que o porteiro, a recepcionista, a “moça do cafezinho”, o auxiliar administrativo e o operador da produção, são tão importantes quanto os gerentes e diretores no propósito de atingir as metas predeterminadas de acordo com a Missão e a Visão da organização.

Isso porque, cada um deles é, realmente, uma peça importante na estrutura corporativa. Esta obviedade reconhecida há décadas tem de caminhar junto com o conceito de que, cada colaborador é uma unidade do conjunto, ao mesmo tempo em que é um ser único e independente; pelo menos para a andragogia.

Em outras palavras, existem na sua empresa hoje dezenas, centenas e, em alguns casos, milhares de Missões pessoais diferentes, Visões pessoais diferentes e Planos de Vida também! Cada colaborador com uma “bandeira” própria que, se em conformidade com a Missão, Visão e Planos da Organização terá uma postura. Caso contrário, outra.

O entendimento e a aceitação de tal complexidade facilita o desenvolvimento de planos de ação mais eficazes em todos os aspectos e, entre eles, o jeito de atuar em treinamentos corporativos, importantes para o negócio. Assim, pode ser de forma síncrona, pelos treinamentos presenciais; de maneira assíncrona na modalidade de treinamentos online ou híbridos, temos de saber trabalhar com metodologias mais efetivas que considerem o aprendizado do adulto dentro das empresas como fator crítico de negócio.

Um ponto em especial a ser levado em conta é a formação dos instrutores de treinamento, uma vez que, embora tecnicamente muito capacitados, muitos desconhecem as práticas de aprendizado e muitos mais desconhecem a andragogia. Tais profissionais devem ser capacitados para treinar, sensibilizar e capacitar os adultos em suas empresas, sejam eles aqueles do seu quadro ou aqueles contratados como palestrantes externos.

Entender esta questão e levá-la em conta ao promover os treinamentos corporativos pode fazer muita diferença...


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#andragogia #treinamento #
andragogiacorporativa

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sexta-feira, 27 de junho de 2025

As enquetes nos treinamentos internos


As enquetes nos treinamentos internos

Os testes na forma de enquetes utilizando perguntas de respostas simples, como “sim” ou “não” ou em escalas de frequência, são ferramentas eficazes para treinamentos empresariais. Eles ajudam a despertar a reflexão, identificar percepções e ajustar estratégias de aprendizado. Seu formato direto facilita a participação de todos, promovendo engajamento sem exigir longas explicações.

Integrar esses testes ao brainstorming potencializa sua eficácia. No brainstorming tradicional, os participantes discutem abertamente suas percepções, enriquecendo o debate e promovendo soluções coletivas. Já no brainstorming silencioso, cada um registra suas ideias individualmente antes do compartilhamento, garantindo que todas as vozes sejam ouvidas, sem a influência de opiniões dominantes.

Ambas as abordagens permitem um ambiente mais democrático e criativo, tornando os treinamentos mais dinâmicos e produtivos. A combinação de testes simples e técnicas de brainstorming maximiza a troca de conhecimento, estimulando a inovação e melhorando o aprendizado corporativo.


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#andragogia #treinamento #enquetes #andragogiacorporativa

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terça-feira, 27 de maio de 2025

Qual a missão do seu colaborador?


Qual a missão do seu colaborador?

Os adultos com os quais trabalhamos nas empresas, aqueles que estão envolvidos com operações das mais variadas e criticidades diferentes têm, todos eles, reconhecido valor no resultado do negócio. Sabemos muito bem que não é balela dizer que o porteiro, a recepcionista, a “moça do cafezinho”, o auxiliar administrativo e o operador da produção, são tão importantes quanto os gerentes e diretores no propósito de atingir as metas predeterminadas de acordo com a Missão e a Visão da organização.

Isto porque, cada um deles é, realmente, uma peça importante na estrutura corporativa. Esta obviedade reconhecida há décadas tem de caminhar junto com o conceito de que, cada colaborador é uma unidade do conjunto, ao mesmo tempo em que é um ser único e independente; pelo menos para a andragogia.

Em outras palavras, existem na sua empresa hoje dezenas, centenas e, em alguns casos, milhares de Missões diferentes, Visões diferentes e Planos de Vida também! Cada colaborador com uma “bandeira” própria que, se em conformidade com a Missão, Visão e Planos da Organização terá uma postura. Caso contrário, outra. 

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#missão #andragogia #gente #treinamento #andragogiacorporativa

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quarta-feira, 21 de maio de 2025

Storytelling nos Treinamentos de Adultos

 

A metodologia de Storytelling é uma poderosa ferramenta para engajar e facilitar o aprendizado de adultos, tornando o conteúdo mais memorável e impactante. Contar histórias promove conexão emocional, reforça conceitos complexos e estimula a reflexão crítica.

Nos treinamentos de qualidade, parábolas e lendas ajudam a ilustrar princípios essenciais. Parábolas são narrativas curtas com ensinamentos morais ou didáticos, como as histórias de excelência e ética no trabalho. Já as lendas são relatos simbólicos que transmitem valores e identidade cultural, muitas vezes adaptados para exemplificar aspectos da qualidade e comprometimento.

Ao associar Storytelling a parábolas e lendas, os treinamentos se tornam mais envolventes e eficazes. Os participantes absorvem melhor as informações, conectam-se aos conceitos por meio da narrativa e aplicam os ensinamentos em suas rotinas profissionais, elevando padrões de qualidade e promovendo um ambiente de melhoria contínua.

Há décadas, eu emprego parábolas em meus treinamentos. Elas são estratégias eficazes, capturam a atenção do público, facilitam a compreensão e torna o aprendizado mais envolvente.  Entre outras parábolas minhas, exemplifico com a parábola do “Eu não sei” e a parábolado “Remédio fraco”

Da mesma forma, pessoalmente, valorizo o emprego de lendas em aprendizado de adultos. Entre meus livros, exemplifico com os títulos “Reinodos Sensos” (uma lenda comentada sobre o programa 5s explorando os nove sensos e seus benefícios para as empresas e para a vida das pessoas) e “Aurora, a foca albina” (Uma história que trata sobre pertencimento).

Assim, a metodologia não apenas ensina, mas inspira, promovendo a melhoria contínua e impactando positivamente tanto o ambiente profissional quanto a vida pessoal.

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#qualidade #andragogiacorporativa #parábola #lenda #storytelling


domingo, 18 de maio de 2025

*A Importância de Apresentar Argumentos Baseados nos Interesses Pessoais do Colaborador - Papo de Blog

Apresentar argumentos que considerem os interesses pessoais do colaborador é essencial para promover engajamento, motivação e uma comunicação eficaz. Quando os líderes alinham suas propostas aos valores e aspirações individuais, demonstram empatia e reconhecimento, criando uma conexão mais sólida. Essa abordagem não só facilita a aceitação de ideias, mas também incentiva a produtividade e o senso de pertencimento. Além disso, colaboradores que percebem que suas metas pessoais são respeitadas tendem a ser mais colaborativos e comprometidos com os objetivos da organização. Em suma, essa prática fomenta um ambiente de trabalho mais harmonioso e orientado ao crescimento mútuo.

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Uma proposta de treinamento

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#qualidade #b #boaspráticas #andragogia

 

sexta-feira, 16 de maio de 2025

Andragogia Corporativa

 

Andragogia é palavra originária do grego que significa "formação de adultos". O norte-americano Malcolm Knowles a redefiniu como "arte e a ciência destinada a auxiliar os adultos a aprender e a compreender o processo de aprendizagem dos adultos“.

Carlos Santarem trata a Andragogia Corporativa como a chave da verdadeira motivação e do maior dos comprometimentos.

Alguns executivos iniciam seus programas, seus projetos e suas vendas sem antes considerar com profundidade quais benefícios todos os envolvidos obterão de forma pessoal e profissional. Em outras palavras, buscam ter sucesso em relacionamentos profissionais e até mesmo pessoais sem se preocupar, mostrar e assegurar as vantagens “para o outro”. O resultado é o fracasso que pode ser a curto ou médio prazo. Da mesma forma, é comum vermos apresentações de grandes projetos a grandes grupos de colaboradores apresentando como vantagens os ganhos futuros da empresa em moeda corrente ou em ganhos de fatias de mercado onde estes números são usados para buscar o comprometimento de todos, e usados para motivar os colaboradores a dar mais de si atingindo metas mais audaciosas.

Nesta linha, mesmo sendo extremamente vantajoso para a empresa, vantajoso para muitos dos seus gerentes e diretores e vantajoso para os seus clientes, os processos não funcionam porque “os outros não querem que funcionem”. Com isto, todo o investimento empregado em recursos financeiros, em recursos humanos e em recursos materiais é reduzido a pó pela falta de envolvimento e comprometimento “dos outros” que deveriam entender a importância do projeto. Fica evidente a falta de motivação “dos outros” que não se engajaram com a garra necessária para o sucesso do empreendimento.

Destacar os ganhos para a companhia é uma informação relevante para qualquer funcionário, mas serve apenas como uma das muitas informações que o adulto precisa para fazer suas avaliações antes de se comprometer em qualquer empreitada, antes de entender as vantagens dos treinamentos e muito antes de seguir seus líderes formais.

Raízes da andragogia são antigas. Grandes nomes ficaram conhecidos como excelentes mestres e verdadeiros líderes por dominarem esta metodologia que é, de fato, a única chave da verdadeira motivação de todos os indivíduos. Entre eles, destacam-se Sócrates, Platão e Jesus Cristo que souberam convencer seus aprendizes e liderados, ao mesmo tempo em que se mostraram humildes e capazes de serem questionados em seus conceitos todas as vezes que seus seguidores desejassem. Quanto mais se expunham, mais respostas mostravam ter e mais fortes ficavam. Sabiam responder a pergunta básica de todo o adulto antes do comprometimento maior: “O que eu ganho com isso?”.

Assim funciona a humanidade: movida a interesses. Cabe lembrar que o termo “interesse” não tem aí qualquer conotação pejorativa, uma vez que acumulamos em nossa história várias ações movidas a interesses altamente nobres. É desta forma que melhor entendemos a fé – onde encontramos o maior dos comprometimentos – e também entendemos os trabalhos voluntários. O indivíduo realmente se compromete quando ele entende que existem vantagens para si como pessoa e/ ou como profissional e isto é, na verdade mais pura, simples interesse.

Gerentes e outros líderes formais devem reconhecer na andragogia a melhor das ferramentas de motivação e empregá-la com sabedoria, buscando identificar os interesses dos seus colaboradores ao mesmo tempo em que atendê-los dentro da verdade da companhia. Não é simples e, muito menos, fácil; cobra do executivo maior dedicação a seus subordinados, bem como o força a melhor entender a pessoa humana, antes de vê-la como apenas mais um simples “soldado” de suas trincheiras. Não permite amadorismos e requer técnicas específicas para o pleno sucesso.

O mais difícil nesta tarefa está em identificar em cada indivíduo adulto de cada grupo que precisa ser motivado o conjunto de interesses desses indivíduos e desses grupos. Quais vantagens obterão os adultos que nos acompanham em nossas empreitadas ao se comprometerem de “corpo e alma” nos programas corporativos e nos treinamentos, por exemplo. Quando associamos bônus aos benefícios, ou qualquer outro tipo de remuneração especial, o convencimento fica extremamente facilitado, mas isto se aplica, na maioria das vezes, aos colaboradores das áreas de vendas, de marketing, e a determinados níveis hierárquicos, como gerentes e diretores. Isto não acontece em todo universo de colaboradores da empresa, e o exercício de buscar o comprometimento dos mesmos exige das lideranças um esforço maior, uma vez que a motivação de todos, sem exceção, é fator crítico de sucesso em muitos empreendimentos. Do contrário, podemos ver empresas investindo em treinamentos que não são refletidos na prática e obtendo retorno sobre tais investimentos aquém do desejado. Vemos programas da qualidade que se iniciam de maneira espetacular e acabam enfraquecendo e até desaparecendo com o tempo.

Gente adulta; esta é a palavra-chave. Os líderes devem conhecer a sua gente e as expectativas de vida do seu pessoal se quiserem contar com ele em todas as circunstâncias, inclusive as mais difíceis. Dedicar seu tempo, como gerente, em conhecer realmente seus liderados permitirá ao líder reconhecer um conjunto de interesses para motivá-los. AÍ está o que você, como líder, ganha com isso: cada colaborador adulto de cada equipe consciente que ao seguí-lo e às suas diretrizes, independente do grau de dificuldades, obterá vantagens que valerão todos os esforços. Este convencimento constrói exércitos de fiéis quase sempre imbatíveis.

Investir somente nos argumentos que mostrem as vantagens para a empresa fará com que o indivíduo pondere de outra forma e acabe criando um quadro próprio totalmente diferente. Pode o adulto identificar que a empreitada apenas o obrigará a trabalhar muito mais do que antes; que as possíveis horas-extras não compensarão os momentos que perderá com sua família e seus amigos; que o tempo que passará a mais na empresa o obrigará a deixar de participar de atividades que pratica normalmente, como uma academia e como um curso externo e até uma faculdade. Nestes casos, o adulto, de fato, reconhece um prejuízo que impacta na sua vida pessoal e no seu desenvolvimento profissional. O adulto não se motivará e, por esta razão, não se comprometerá.

Argumentos bem fundamentados na importância do tema, com o maior número possível de dados e de informação, com um painel claro das oportunidades e dos benefícios para a empresa e, principalmente, para os envolvidos montam um cenário adequado para o adulto fazer sua análise particular e, desta maneira, se entusiasmar. Andragogia corporativa: esta é a chave da verdadeira motivação e do maior dos comprometimentos.


#andragogia #treinamento #andragogiacorporativa #motivação

Teste Como posso avaliar meu Consultor/Palestrante?



A busca e a escolha de profissionais para ministrar treinamentos nas empresas não é uma tarefa fácil, quando nosso objetivo é associar todos os conceitos ao que de fato acontece na prática, gerando benefícios reais para a empresa.

Atualmente, um universo de nomes se dispõe, através de vários meios de comunicação, oferecendo os melhores cursos, com os melhores palestrantes, com as melhores formações e com empresas associadas às melhores instituições e associações. No entanto, muitas das vezes é possível que, apesar de toda esta qualidade de oferta, todo o conhecimento passado por tais treinamentos fiquem restritos às salas de aula, não sendo refletidos na prática.

Mais: Em alguns casos, quando a empresa se empenha em verificar a qualificação e a formação do palestrante, descobre-se que elas não são compatíveis com o que é esperado e anunciado. Até mesmo alguns anúncios e e-mails nos quais constam associações, quando verificadas, elas não correspondem a verdade.

Mais do que antes o treinamento de equipes é considerado fator crítico de sucesso para as organizações tidas como vencedoras. Para alguns segmentos, como o de produção de medicamentos, o treinamento de pessoal é compulsório exigindo-se, inclusive que a empresa se certifique da qualificação do palestrante. 

O teste que apresento se propõe como uma ferramenta de análise para uma avaliação prévia dos consultores a serem contratados e também como uma avaliação posterior quando as impressões serão mais fortes.

Embora o resultado se apresente de maneira numérica (vai de zero a 100 pontos com o mesmo peso para cada questão), não existe qualquer caráter de cunho científico, mas uma forma de criar indicadores que permitam melhores decisões, principalmente quando mais de um nome de consultor é colocado em análise para a prestação do mesmo serviço.

Qual o limite mínimo aceitável de pontuação? Isso dependerá do rigor que a empresa quer imprimir ao contratar tais fornecedores de serviço.


O teste vai a seguir e pode ser útil na escolha do melhor nome. Experimente.

1. Conhecimento: O Instrutor tem real conhecimento sobre o tema e tem por hábito enriquecer seus cursos com muitos exemplos e casos vividos estimulando a análise e discussão.
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
2. Motivação: O Instrutor oferece um ambiente com várias opções de busca sobre os benefícios do tema para seus aprendizes adultos nas quais eles mesmos podem identificar as vantagens do treinamento para a empresa, seus clientes, para os colaboradores e – principalmente – para eles próprios?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
3. Audiência: O Instrutor entende sua audiência de forma heterogênea e, em função disto, tem suas apresentações com ferramentas que o auxiliam a levar o conhecimento de forma harmônica, utilizando os “dialetos corporativos” corretos e os estilos visual, auditivo e sinestésico de aprendizado com habilidade?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
4. Exposição: O Instrutor se expõe aos aprendizes e os provoca a fazer todo tipo de questionamento, sem fugir a nenhuma pergunta, mesmo que necessariamente não faça parte do conteúdo programático previamente estabelecido? A frase “Este assunto não faz parte do escopo do nosso treinamento” não é do seu uso.
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
5. Trocas: O Instrutor permite total interação entre as partes e promove situações nas quais ele saia provisoriamente da posição de mestre dando este lugar a um participante com seu conhecimento e experiência?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
6. A customização: O Instrutor trabalha exclusivamente com material e conteúdos pré-elaborados e ainda tem o cuidado de realizar contatos prévios com a empresa, no sentido de adequar seu conteúdo de forma customizada e mais efetiva para suas equipes.
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
7. A Experiência como profissional: O Instrutor tem experiência prática no tema e é respeitado no segmento?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
8. Prática como Instrutor: O Instrutor possui vivência prática em aulas para adultos, em pós-graduação e em treinamentos corporativos. Reúne um grande universo de pessoas que passaram por seus treinamentos em cursos e eventos?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
9. Formação: O Instrutor é estudioso e tem formação no assunto do treinamento. Sua habilitação pode ser comprovada por documentos originais e não exclusivamente por folderes de divulgação dos seus cursos?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
10. Referências: São boas as referências sobre o Instrutor - de clientes e de outras fontes – e são compatíveis com àquelas divulgadas por ele?
Sim, sempre Sim, na maioria das vezes Não, na maioria das vezes Nunca, de nenhuma forma
Clique no botão abaixo para obter a soma dos pontos.



#qualidade #palestrante #palestra #enquetes #consultor #andragogiacorporativa

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quarta-feira, 14 de maio de 2025

A Importância da Formação de Instrutores Internos em Andragogia

 

A Importância da Formação de Instrutores Internos em Andragogia

No ambiente corporativo, a capacitação dos colaboradores é essencial para garantir eficiência, produtividade e conformidade com os procedimentos internos. No Brasil, onde muitos trabalhadores enfrentam desafios devido à baixa qualidade da escolaridade, preparar instrutores internos com conhecimentos em andragogia se torna uma necessidade estratégica.

A andragogia, que é o estudo e aplicação de técnicas voltadas para o ensino de adultos, reconhece que o aprendizado nesse público difere do modelo tradicional utilizado na educação infantil e juvenil. Os adultos aprendem melhor quando têm autonomia, relacionam o conteúdo à sua experiência e entendem a aplicabilidade prática do conhecimento adquirido. Por isso, um instrutor interno preparado em teoria e práticas de andragogia pode adaptar a comunicação, tornar treinamentos mais dinâmicos e garantir que informações complexas sejam transmitidas de forma clara e acessível.

Além disso, ao utilizar metodologias que valorizam o aprendizado ativo, como estudos de caso, simulações e resolução de problemas práticos, os instrutores tornam o conteúdo mais envolvente e eficaz. Isso reduz falhas na execução de processos internos e melhora a retenção de conhecimento entre os colaboradores.

Investir na capacitação dos instrutores internos fortalece a cultura organizacional e promove um ambiente de aprendizado contínuo. Empresas que valorizam a formação de seus profissionais obtêm melhores resultados, reduzem erros operacionais e aumentam a satisfação dos colaboradores. Assim, a aplicação de conceitos de andragogia é um diferencial na construção de equipes mais preparadas, produtivas e alinhadas com os objetivos organizacionais.

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#treinamento #curso #andragogia #andragogiacorporativa

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Atitudes e Exemplos



Publicado originalmente em 4 de março de 2012

Muitas vezes podemos constatar que os conceitos transmitidos através de políticas, de normas gerais e de procedimentos operacionais padrão não são refletidos na prática, apesar de todos os esforços. Isto independe até da tecnologia usada, e independe também das horas e dos recursos financeiros dedicados aos treinamentos.

Curioso é, quando analisamos a questão e procuramos buscar as possíveis causas deste tipo de problema, verificamos que o não cumprimento de tais diretrizes não fica restrito somente aos colaboradores do primeiro nível da escada hierárquica. Este não cumprimento é evidenciado em outros colaboradores até mesmo de níveis técnicos e, em alguns casos, colaboradores em nível de liderança. Quando isto acontece, fica ainda mais difícil ver os nossos procedimentos padrão serem refletidos na rotina, uma vez que os exemplos de posturas e atitudes são as mais poderosas ações de treinamento que acontecem em todos os momentos, todas as horas.

Assim, se, ao invés de usar a antecâmara exclusiva para a passagem de funcionários, o supervisor utiliza a antecâmara exclusiva para a passagem de materiais, este mesmo líder está “dizendo” que as recomendações e exigências escritas, aprovadas e passadas em treinamentos não têm nenhum valor. O colaborador adulto e maduro “lê” esta mensagem postural de forma clara... E fará a mesma coisa quando precisar passar de uma área para a outra. Da mesma forma, se este mesmo líder acredita poder adentrar em certos locais sem utilizar as máscaras descartáveis onde elas são exigidas, passa para seus subordinados que elas são de fato desnecessárias. Pior: quando diante da surpresa de uma visita se empenham em colocar, de imediato e atabalhoadamente, tais acessórios de higiene, eles transmitem a mensagem de que “só aos olhos de “estranhos”, como visitantes e inspetores, devem se mostrar cumpridores dos procedimentos”.

Para mudar este quadro é preciso mudar as atitudes.

Nossos técnicos e líderes, em todos os níveis ”treinam” os nossos colaboradores com suas posturas, com suas atitudes. Técnicos, analistas, líderes de linha, supervisores e coordenadores estão em todos os momentos “dizendo” o que fazer e como fazer, através de suas reações e de seus atos. Todos observam e leem suas mensagens não verbais como procedimentos reais.

Para este tipo de situação a questão da ATITUDE profissional deve ser exaustivamente trabalhada através de dinâmicas apropriadas no trato com adultos. A metodologia de treinamento, então, deve ser outra, a Andragogia Corporativa. Caso contrário, os treinamentos em procedimentos operacionais padrão continuarão ineficazes...


#andragogia #gestãodepessoas #liderança #aprendizado #motivação #atitude #andragogiacorporativa

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terça-feira, 13 de maio de 2025

O aprendizado de adultos se torna mais rico e efetivo quando é baseado em parábolas (Final)

  • A Parábola dos Cegos e o Elefante – De origem indiana, descreve como vários cegos tocam partes diferentes de um elefante e têm percepções distintas, ilustrando a subjetividade do conhecimento e da realidade..

Quais são os princípios do aprendizado de adultos que sustentam o emprego de parábolas.

O aprendizado de adultos, também conhecido como andragogia, possui princípios fundamentais que tornam o uso de parábolas uma estratégia altamente eficaz. Aqui estão os principais:

  1. Aprendizagem Experiencial – Adultos aprendem melhor quando conectam novos conceitos às suas experiências de vida. As parábolas facilitam essa conexão ao apresentar histórias que evocam situações e desafios comuns.
  2. Autonomia e Autodireção – Diferente das crianças, os adultos preferem ter autonomia no processo de aprendizado. As parábolas oferecem espaço para interpretações pessoais, permitindo que cada indivíduo extraia lições conforme sua própria visão e contexto.
  3. Motivação Intrínseca – Os adultos costumam buscar aprendizado por razões internas, como crescimento pessoal ou profissional. Uma parábola pode despertar emoções e gerar engajamento, tornando o processo de aprendizado mais envolvente.
  4. Aprendizado Relevante e Aplicável – Adultos tendem a valorizar informações que possam aplicar de maneira prática. As parábolas ensinam conceitos de maneira simbólica, facilitando a adaptação do conhecimento para diferentes áreas da vida.
  5. Necessidade de Reflexão e Significado – O aprendizado adulto envolve reflexão e interpretação. As parábolas incentivam o pensamento crítico e promovem a busca por significados mais profundos, reforçando a assimilação do conhecimento.
  6. Interatividade e Troca de Conhecimento – O aprendizado em adultos se fortalece por meio do diálogo e da troca de ideias. Parábolas geram debates ricos, permitindo que diferentes perspectivas sejam exploradas e integradas.

Ao alinhar-se com esses princípios, as parábolas tornam o ensino mais envolvente, significativo e duradouro.


(fim)


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#andragogia #parábola #treinamento #qualidade #boaspráticas #
andragogiacorporativa

sexta-feira, 9 de maio de 2025

O aprendizado de adultos se torna mais rico e efetivo quando é baseado em parábolas (Parte 2)


Assim, o uso de parábolas na educação de adultos transforma o aprendizado em um processo dinâmico, envolvente e significativo, promovendo uma compreensão mais profunda e um impacto duradouro na forma como os indivíduos enxergam o mundo e suas próprias vidas.

Como posso incorporar parábolas em um aprendizado de adulto

Incorporar parábolas no aprendizado de adultos pode transformar o ensino em uma experiência mais envolvente, reflexiva e memorável. Aqui estão algumas estratégias eficazes para integrá-las:

  1. Contextualização e Aplicação Prática – Relacione a parábola com experiências reais vividas pelos participantes. Antes de contar a história, pergunte sobre desafios ou dilemas semelhantes que eles enfrentaram.
  2. Discussão Aberta e Interpretação – Após apresentar a parábola, incentive a interpretação coletiva. Peça aos participantes que compartilhem o que aprenderam e como a história se conecta com sua vida profissional ou pessoal.
  3. Resolução de Problemas – Utilize parábolas para ilustrar conceitos complexos e incentivar a solução criativa de problemas. Por exemplo, a parábola dos cegos e o elefante pode ser aplicada para discutir diferentes perspectivas em um projeto de trabalho.
  4. Jornada de Autoconhecimento – Escolha parábolas que levem à autorreflexão e ao desenvolvimento pessoal. A parábola da xícara cheia, por exemplo, pode ser usada para ensinar sobre a importância da mente aberta e do aprendizado contínuo.
  5. Atividades Práticas e Representação Teatral – Para tornar a experiência mais dinâmica, peça aos participantes que encenem a parábola ou criem novas histórias inspiradas nela.
  6. Uso em Treinamentos Profissionais – Empresas podem usar parábolas para abordar temas como liderança, trabalho em equipe e ética. A parábola do Bom Samaritano pode ser utilizada para ensinar sobre empatia e colaboração no ambiente corporativo.

Ao adotar essas estratégias, as parábolas se tornam ferramentas poderosas para promover um aprendizado profundo e significativo entre adultos. Qual delas você acha mais interessante para seu público?


(continua)


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A Parábola do Eu Não Sei

 

Na linha de pensamento de que o aprendizado de adultos se torna mais rico e efetivo quando é baseado em parábolas, eu apresento mais uma parábola

A Parábola do Eu Não Sei

Havia um auditor, experiente e sagaz, cuja jornada o levara por incontáveis corredores da indústria farmacêutica. Já havia liderado a produção, zelado pelo controle da qualidade e protegido a garantia do que era feito. Em uma de suas inspeções, ele encontrou uma cabine reluzente, onde repousava uma máquina moderna de compressão de comprimidos — uma obra de engenharia, repleta de painéis, luzes piscantes e botões misteriosos.

O auditor, admirando aquela maravilha tecnológica, decidiu testar o conhecimento da operadora encarregada de sua manipulação.

— Diga-me, para que serve este botão? — perguntou, quase como quem conversa sem intenção.

A operadora olhou, hesitou e respondeu:

— Não sei.

— E este outro? Qual a sua função?

— Também não sei.

Com um olhar curioso, ele apontou para o painel, onde uma curva ascendente brilhava na tela.

— O que esta curva representa?

A mulher baixou o olhar, respirou fundo e, com um misto de humildade e constrangimento, declarou:

— Doutor Carlos, eu só sei para que serve um único botão nesta máquina. O de “liga e desliga”.

 

O auditor ponderou em silêncio. A máquina, que valia dezenas de milhares de dólares, era operada por alguém que desconhecia suas capacidades reais. Ele, mais uma vez, constatou um fato: a tecnologia, por mais avançada que seja, pouco vale se não for acompanhada pelo conhecimento. Como um cavalo de pura raça dado a alguém que não sabe cavalgar, como um navio entregue a quem nunca navegou.

E assim, saiu dali não apenas com um relatório sobre equipamentos, mas com um pensamento profundo sobre o valor do aprendizado e a necessidade de preparar bem aqueles que são encarregados de gerar produtos seguros, a um baixo custo e riquezas para as empresas.

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Essa parábola transmite uma mensagem poderosa sobre a relação entre tecnologia e conhecimento. A máquina moderna e automatizada representa o avanço técnico, a capacidade de produção e a sofisticação da engenharia farmacêutica. No entanto, ela se torna quase inútil quando operada por alguém que desconhece sua funcionalidade completa. Esse contraste ressalta uma verdade fundamental: o progresso tecnológico só tem valor real quando acompanhado da capacitação humana.

O auditor, experiente e perspicaz, age como um símbolo da necessidade de questionamento e vigilância. Sua abordagem displicente não é apenas um teste casual, mas um método para revelar uma falha crítica: uma máquina caríssima, capaz de transformar matéria-prima em medicamentos que salvam vidas, está nas mãos de alguém que só conhece seu funcionamento básico. Isso levanta uma preocupação profunda sobre treinamento, qualificação e responsabilidade na indústria farmacêutica.

No final, a parábola não trata apenas da operadora ou da máquina, mas da importância de investir no conhecimento para garantir qualidade, eficiência e segurança na produção. Não basta ter ferramentas poderosas; é preciso garantir que aqueles que as utilizam estejam devidamente preparados para extrair seu máximo potencial. Isso serve de alerta para empresas, gestores e profissionais: a tecnologia não substitui o saber, e sem preparo adequado, até a máquina mais avançada pode ser reduzida a um simples botão de "liga e desliga".


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quinta-feira, 8 de maio de 2025

O aprendizado de adultos se torna mais rico e efetivo quando é baseado em parábolas (Parte 1)



O aprendizado de adultos se torna mais rico e efetivo quando é baseado em parábolas, pois essas histórias simbólicas estimulam a reflexão, tornam os conceitos abstratos mais acessíveis e favorecem a retenção do conhecimento. A experiência de vida dos adultos os torna aptos a interpretar metáforas de forma profunda, conectando as lições da parábola com sua própria trajetória e valores.

Uma das razões para a eficácia das parábolas é a sua capacidade de envolver emocionalmente o aprendiz. Quando uma ideia é transmitida por meio de uma narrativa, especialmente uma que desperta empatia ou identificação, sua mensagem se fixa na memória de maneira mais duradoura. Além disso, parábolas incentivam a interpretação pessoal e a construção ativa do conhecimento, permitindo que cada indivíduo extraia insights que fazem sentido para sua realidade.

Grandes mestres ao longo da história utilizaram parábolas para transmitir ensinamentos profundos. Jesus Cristo, por exemplo, usou histórias como a do filho pródigo e a do bom samaritano para comunicar valores como perdão e compaixão de forma impactante e acessível. Buda também recorria a parábolas para ilustrar conceitos do caminho espiritual, ajudando seus discípulos a compreender a natureza da mente e do sofrimento. Já Sócrates empregava analogias e relatos metafóricos para estimular o pensamento crítico e a busca pela verdade.

(continua)


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quarta-feira, 7 de maio de 2025

Comentando a Parábola do Remédio Fraco


Comentando a Parábola do Remédio Fraco

A parábola do Remédio Fraco é a introdução do artigo “O aprendizado de adultos se torna mais rico e efetivo quando é baseado em parábolas”.

Essa parábola traz um poderoso ensinamento sobre ética, integridade e a responsabilidade profissional. O dilema de João representa um conflito muito comum no mundo corporativo: a escolha entre atender aos interesses de lideranças imediatas ou agir conforme princípios éticos que garantem o bem-estar das pessoas.

O significado central da parábola está na importância da ética como pilar fundamental para a confiança e credibilidade. João poderia ter seguido as ordens do supervisor, garantindo a continuidade da produção e evitando possíveis prejuízos financeiros, mas escolheu proteger os pacientes e a reputação da empresa, mesmo correndo o risco de enfrentar represálias. Sua decisão demonstrou que a verdadeira liderança é guiada por valores e não apenas por metas comerciais.

Além disso, a parábola ensina que um compromisso incompleto com a ética pode ser tão prejudicial quanto a completa ausência dela. Um "remédio fraco" simboliza ações que, embora não sejam completamente erradas, falham em cumprir seu propósito de maneira íntegra. A postura de João inspira mudanças positivas e mostra que agir corretamente pode impactar não apenas um indivíduo, mas toda uma organização.

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Qual a sua opinião sobre a parábola e o comentário?

Você acredita que a exposição e o debate da parábola podem enriquecer o aprendizado de adultos em dinâmicas sobre qualidade e ética?

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A Parábola do Remédio Fraco


A parábola a seguir é a introdução do artigo “O aprendizado de adultos se torna mais rico e efetivo quando é baseado em parábolas”

A Parábola do Remédio Fraco

de Carlos Santarem


João trabalhava em uma grande indústria farmacêutica e sempre teve orgulho de sua responsabilidade: garantir que cada medicamento fabricado fosse seguro e eficaz. Um dia, ao realizar a análise de um lote, constatou que o princípio ativo estava abaixo do recomendado. O remédio não teria o efeito esperado e poderia comprometer a saúde dos pacientes.

Ao relatar a situação ao supervisor Igor, ouviu uma resposta preocupante: — Precisamos entregar esse lote. O prejuízo de parar a produção será enorme. Avance com a fabricação.

João hesitou. Sabia que, tecnicamente, o medicamento ainda funcionaria, mas não com a força necessária. Quem o tomasse poderia não receber o tratamento adequado e, em alguns casos, a recuperação poderia ser comprometida.

Lembrou-se de um velho ensinamento de seu avô, um farmacêutico respeitado: — Um remédio incompleto pode ser pior que nenhum remédio. A ética está em cuidar do próximo como se fosse você mesmo.

Temeroso contra uma possível represália, mas decidido, João recusou a ordem. Explicou que sua responsabilidade ia além dos interesses do supervisor, das metas de venda e que a confiança dos pacientes era um bem que jamais deveria ser comprometido.

Apesar da pressão, sua coragem e determinação fizeram com que este evento chegasse ao conhecimento da gerência. No final, o lote foi corrigido, e a empresa adotou medidas para evitar falhas futuras.

Assim, João demonstrou que a ética, quando preservada, transforma não apenas um profissional, mas toda uma instituição.

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Qual a sua opinião sobre a parábola?

Você acredita que a sua exposição e debate pode enriquecer o aprendizado de adultos?


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terça-feira, 22 de abril de 2025

A arte de pescar e a andragogia

25/05/2020

A arte de motivar os adultos pode ser comparada ao exercício da pescaria. Quando nos referimos então aos treinamentos corporativos, esta pescaria pode ser medida pelo conteúdo da cesta do “pescador” após terminada sua tarefa. Estarão dentro da cesta, aqueles colaboradores entusiasmados e comprometidos a colocar em suas rotinas o que foi apresentado, discutido e experimentado nos treinamentos. Estarão fora da cesta, nadando no oceano, aqueles que não foram “fisgados” ...

Todo o pescador experiente sabe muito bem que para cada espécie de peixe ele terá de usar técnicas diferentes para obter sucesso; e o seu sucesso é sua cesta repleta. Assim, em alguns casos, terá de usar redes e em outros casos terá de usar caniços especiais com carretilhas, molinetes e iscas apropriadas.

Assim é o treinamento com adultos. Daí o fato de alguns treinamentos corporativos, embora bem elaborados, se mostrarem com resultados aquém das expectativas.

Investir em apenas uma ou duas técnicas de aprendizado, sem considerar todo o universo de possibilidades apenas fará com que a sua cesta tenha um número limitado de “peixes” e talvez, de uma ou duas espécies. Trabalhar com novas técnicas, utilizar outros tipos de “iscas”, junto com as técnicas já empregadas, poderá surpreender você com novas espécies capturadas e enchendo a sua cesta.

É hora de repensar nossas pescarias.


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quinta-feira, 17 de abril de 2025

O tempo de atenção de um adulto está mudando... (Parte 3)


As pesquisas sobre a Curva do Esquecimento indicam que, sem reforço, até 70% das informações aprendidas podem ser esquecidas em 24 horas. Para melhorar a retenção, algumas estratégias eficazes incluem:

Aprendizagem espaçada: Dividir o conteúdo em pequenas doses ao longo do tempo.

A aprendizagem espaçada é um método eficaz em treinamentos corporativos, pois distribui o conteúdo ao longo do tempo, reforçando o conhecimento em intervalos estratégicos. Isso melhora a retenção e reduz o esquecimento, permitindo que os profissionais absorvam informações de forma gradual e aplicável. Revisões periódicas e práticas interativas potencializam seus benefícios.

Repetição ativa: Uso de quizzes e autoavaliações para reforçar a memória.

A repetição ativa fortalece a retenção de conhecimento em treinamentos corporativos ao envolver os participantes na recuperação da informação, em vez de apenas revisá-la passivamente. Métodos como quizzes, discussões e resolução de problemas estimulam o cérebro a consolidar o aprendizado, aumentando a retenção e aplicação prática no ambiente de trabalho.

Storytelling e gamificação: Tornar o aprendizado mais envolvente e memorável.

Storytelling e gamificação tornam treinamentos corporativos mais envolventes ao transformar conteúdos complexos em narrativas cativantes e desafios interativos. Histórias despertam emoções, facilitando a memorização, enquanto jogos promovem engajamento e aprendizado ativo. Essa abordagem estimula a participação, melhora a retenção e torna o desenvolvimento profissional mais dinâmico e motivador.

Aplicação prática imediata: Incorporar o conhecimento ao dia a dia profissional.

A aplicação prática imediata em treinamentos corporativos acelera a absorção do conhecimento ao permitir que os participantes experimentem e utilizem conceitos aprendidos na prática. Simulações, estudos de caso e exercícios reais fortalecem a conexão entre teoria e execução, aumentando a retenção e preparando profissionais para desafios concretos do ambiente de trabalho.


(fim)


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